Asma Brônquica

Doença inflamatória crónica dos brônquios

Manifestações clínicas da asma brônquica

As crises agudas da asma podem-se iniciar como se de uma simples constipação se tratasse. As manifestações mais comuns da doença são: tosse, respiração ruidosa e ofegante, síbilos, dispneia e sensação de opressão no peito. A sintomatologia da asma está mais ligada ao processo de expiração, pela sua natureza obstrutiva.

As manifestações são variáveis de caso para caso e dependem da intensidade da doença.

Num ataque grave de asma, a respiração torna-se cada vez mais difícil, sendo acompanhada de suores, taquicardia, aflição e ansiedade. O doente não consegue deitar-se, pode não ser capaz de falar e a respiração torna-se acelerada e ofegante.

Num ataque de extrema gravidade, o baixo teor de oxigénio no sangue circulante pode causar cianose (cor azulada) no rosto e, em especial, nos lábios. A pele apresenta-se pálida e suada. Estes acessos podem ser fatais. Durante as crises, são contra-indicados: sedativos, ansiolíticos; mucolíticos; especturantes. (Kumar, V., 1994 & Nunes, L. 2003)

O termo “estado de mal asmático” é, em geral, reservado para uma crise asmática grave e prolongada que não responde ao tratamento e que envolve broncoespasmo tão grave que o doente corre o risco de desenvolver insuficiência respiratória. (Coutinho, E., 2005)